segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

AIDS

Se o HIV (vírus da AIDS) está presente no sangue de um portador ou aidético, fica lógico dizer que para que a doença seja transmitida a outra pessoa é necessário o contato sangue a sangue. Não existe nenhum risco de contaminação nos afazeres cotidianos. Todos os estudos feitos na África e nas famílias de hemofílicos aidéticos confirmam: não há transmissão de vírus em vasos sanitários, xícaras, copos, apertos de mão, etc.
Desta maneira, as principais formas de transmissão da doença são: ATO SEXUAL (através do esperma, secreção vaginal e microferimentos). A sodomia hétero como homossexual é que leva a maior possibilidade de transmissão, embora também ocorra a transmissão nas relações heterossexuais clássicas. Em 1988, houve anúncio público de cinco casos de transmissão
do vírus por sexo oral.
AGULHAS E INSTRUMENTOS CONTAMINADOS - Seringas, agulhas usadas e contaminadas tem levado o vírus a muitas pessoas. Em uma publicação francesa, notificou-se dois casos de contaminação via navalha de barbear, alicate de cutícula e etc., mas existe o risco teórico de contaminação.
TRANSFUSÃO DE SANGUE – A utilização de sangue que seja infundido sem nenhum estudo sorológico é uma das grandes fontes de contaminação.
GRAVIDEZ - A contaminação pode se efetuar das mães para o bebê na hora do parto e durante a gravidez (em 50% dos casos). Em relação ao leite materno, há possibilidade de transmissão.
A doença é uma realidade, não há cura, portanto devemos prevenir para que não sejamos vítimas do vírus.
Assim como no acidente de trabalho, a AIDS também é questão de prevenção.
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