segunda-feira, 15 de junho de 2009

Assédio moral pode causar acidente de trabalho

Há casos em que os verdadeiros motivos que levaram o indivíduo a provocar ou sofrer um acidente de trabalho passam despercebidos, e um deles pode estar ligado ao assédio moral. Muitos trabalhadores são discriminados na empresa sem que os seus empregadores ou chefes saibam, ou acabam sabendo, mas são coniventes. Ser conivente com o assédio moral não significa só o fato de concordar ou não com a agressão, mas fazer vista grossa para o que ocorre nas dependências da empresa. O assédio moral é um mal que deve ser combatido inclusive com advertências e dependendo da gravidade, é motivo de suspensão ou demissão dos agressores. Uma brincadeira que começa “inocente” pode terminar em sofrimento, provocar brigas, desavenças ou até resultar em tragédia para quem sofre com o problema.

Um trabalhador pode ser vítima de assédio moral porque á alta de mais, baixa demais, gorda, magra, porque fuma, bebe, usa óculos, ou simplesmente porque possui alguma dificuldade motora, enfim, tudo é motivo para piadas de mau gosto que dependendo da agressão pode levar o indivíduo durante o exercício de sua função perder a concentração no que estiver fazendo e provocar ou sofrer um acidente de trabalho. Um acidente de trabalho ocorrido nessas condições é difícil de determinar a causa se o envolvido no acidente deixar de relatar o fato por vergonha de expor o verdadeiro motivo temendo ser alvo de mais perseguições. O assédio moral também pode vir através do abuso de autoridade por chefes de setores contra seus subordinados ou humilhações e cobranças de favores sexuais em troca de alguma promoção, ou seja, é uma verdadeira tortura para as vítimas que se sentem acuadas, causando estresse e afetando o seu desempenho no trabalho.

Uma das fases da investigação de um acidente de trabalho é justamente uma entrevista prévia com os envolvidos para tentar chegar aos motivos que antecederam o evento e se a vítima não mencionar o fato de que o assédio moral teve participação decisiva, a investigação embora produza resultados, não revela a causa principal.

Muitos empregados têm vergonha da perseguição que sofrem e ocultam o máximo possível a sua presença, para no mínimo tentar passar incógnitos na empresa, imaginando assim estarem livres de qualquer atenção que possam despertar. Se você profissional de Segurança do Trabalho ouvir falar que fulano é “moita ou turista” fique atento, pode ser que ele não seja um mau funcionário e queira tirar proveito de uma situação, mas sim esteja sofrendo alguma espécie de assédio moral e acaba utilizando essa tática de desaparecer dentro da empresa para preservar a sua integridade moral das agressões que sofre.

Para as vítimas, quanto menos tocarem no tema, mais elas se sentirão protegidas dos agressores, então a iniciativa deve ser da empresa, primeiramente pelo fato de ser ela a responsável pelo bem estar físico e mental de seus empregados e segundo porque é uma atitude que ajudará no resgate da dignidade e auto-estima das vítimas que sofrem de agressões. Sabendo que a empresa condena essas atitudes, as vítimas sentem-se mais valorizadas ajudando na superação e conseqüente integração na empresa. Quando a empresa deixa de combater o assédio moral, está preparando um terreno que pode no futuro gerar processos trabalhistas ou de reparação por danos pessoais sofridos pelas vítimas.

Uma empresa é uma comunidade de pessoas com direitos e obrigações e para que funcione harmoniosamente, é necessário que todas as pessoas que façam parte dessa comunidade estejam imbuídas em um bem comum de convivência pacífica e de respeito entre todos. Viver com pessoas tão diferentes e com comportamentos tão adversos representa um desafio para qualquer indivíduo, e quando os problemas aparecem, as coisas podem se tornar insustentáveis. A empresa tem que estar atenta e antes que aconteça algo grave, os seus representantes têm a obrigação de abordar o tema e fazer um trabalho sério de conscientização sobre o assédio moral e suas conseqüências.

Você pode e deve tornar o ambiente de trabalho o mais agradável possível. Gestos de amizades e respeito para com os colegas são fundamentais para que o dia de trabalho se torne produtivo. Não participar de “chacrinhas” e fofocas durante o expediente torna o ambiente mais seguro e menos propensos a acidentes. Os funcionários também devem fazer parte do combate ao assédio moral, denunciando os casos na empresa e ajudando a erradicar os agressores dos quadros de funcionários da empresa.


Por: Valdeci T. Ribeiro - Téc. em Segurança do Trabalho

Assédio moral pode causar acidente de trabalho



Há casos em que os verdadeiros motivos que levaram o indivíduo a provocar ou sofrer um acidente de trabalho passam despercebidos, e um deles pode estar ligado ao assédio moral. Muitos trabalhadores são discriminados na empresa sem que os seus empregadores ou chefes saibam, ou acabam sabendo, mas são coniventes. Ser conivente com o assédio moral não significa só o fato de concordar ou não com a agressão, mas fazer vista grossa para o que ocorre nas dependências da empresa. O assédio moral é um mal que deve ser combatido inclusive com advertências e dependendo da gravidade, é motivo de suspensão ou demissão dos agressores. Uma brincadeira que começa “inocente” pode terminar em sofrimento, provocar brigas, desavenças ou até resultar em tragédia para quem sofre com o problema.

Um trabalhador pode ser vítima de assédio moral porque á alta de mais, baixa demais, gorda, magra, porque fuma, bebe, usa óculos, ou simplesmente porque possui alguma dificuldade motora, enfim, tudo é motivo para piadas de mau gosto que dependendo da agressão pode levar o indivíduo durante o exercício de sua função perder a concentração no que estiver fazendo e provocar ou sofrer um acidente de trabalho. Um acidente de trabalho ocorrido nessas condições é difícil de determinar a causa se o envolvido no acidente deixar de relatar o fato por vergonha de expor o verdadeiro motivo temendo ser alvo de mais perseguições. O assédio moral também pode vir através do abuso de autoridade por chefes de setores contra seus subordinados ou humilhações e cobranças de favores sexuais em troca de alguma promoção, ou seja, é uma verdadeira tortura para as vítimas que se sentem acuadas, causando estresse e afetando o seu desempenho no trabalho.

Uma das fases da investigação de um acidente de trabalho é justamente uma entrevista prévia com os envolvidos para tentar chegar aos motivos que antecederam o evento e se a vítima não mencionar o fato de que o assédio moral teve participação decisiva, a investigação embora produza resultados, não revela a causa principal.

Muitos empregados têm vergonha da perseguição que sofrem e ocultam o máximo possível a sua presença, para no mínimo tentar passar incógnitos na empresa, imaginando assim estarem livres de qualquer atenção que possam despertar. Se você profissional de Segurança do Trabalho ouvir falar que fulano é “moita ou turista” fique atento, pode ser que ele não seja um mau funcionário e queira tirar proveito de uma situação, mas sim esteja sofrendo alguma espécie de assédio moral e acaba utilizando essa tática de desaparecer dentro da empresa para preservar a sua integridade moral das agressões que sofre.

Para as vítimas, quanto menos tocarem no tema, mais elas se sentirão protegidas dos agressores, então a iniciativa deve ser da empresa, primeiramente pelo fato de ser ela a responsável pelo bem estar físico e mental de seus empregados e segundo porque é uma atitude que ajudará no resgate da dignidade e auto-estima das vítimas que sofrem de agressões. Sabendo que a empresa condena essas atitudes, as vítimas sentem-se mais valorizadas ajudando na superação e conseqüente integração na empresa. Quando a empresa deixa de combater o assédio moral, está preparando um terreno que pode no futuro gerar processos trabalhistas ou de reparação por danos pessoais sofridos pelas vítimas.

Uma empresa é uma comunidade de pessoas com direitos e obrigações e para que funcione harmoniosamente, é necessário que todas as pessoas que façam parte dessa comunidade estejam imbuídas em um bem comum de convivência pacífica e de respeito entre todos. Viver com pessoas tão diferentes e com comportamentos tão adversos representa um desafio para qualquer indivíduo, e quando os problemas aparecem, as coisas podem se tornar insustentáveis. A empresa tem que estar atenta e antes que aconteça algo grave, os seus representantes têm a obrigação de abordar o tema e fazer um trabalho sério de conscientização sobre o assédio moral e suas conseqüências.

Você pode e deve tornar o ambiente de trabalho o mais agradável possível. Gestos de amizades e respeito para com os colegas são fundamentais para que o dia de trabalho se torne produtivo. Não participar de “chacrinhas” e fofocas durante o expediente torna o ambiente mais seguro e menos propensos a acidentes. Os funcionários também devem fazer parte do combate ao assédio moral, denunciando os casos na empresa e ajudando a erradicar os agressores dos quadros de funcionários da empresa.

Por: Valdeci T. Ribeiro - Téc. em Segurança do Trabalho


Assédio moral pode causar acidente de trabalho



Há casos em que os verdadeiros motivos que levaram o indivíduo a provocar ou sofrer um acidente de trabalho passam despercebidos, e um deles pode estar ligado ao assédio moral. Muitos trabalhadores são discriminados na empresa sem que os seus empregadores ou chefes saibam, ou acabam sabendo, mas são coniventes. Ser conivente com o assédio moral não significa só o fato de concordar ou não com a agressão, mas fazer vista grossa para o que ocorre nas dependências da empresa. O assédio moral é um mal que deve ser combatido inclusive com advertências e dependendo da gravidade, é motivo de suspensão ou demissão dos agressores. Uma brincadeira que começa “inocente” pode terminar em sofrimento, provocar brigas, desavenças ou até resultar em tragédia para quem sofre com o problema.

Um trabalhador pode ser vítima de assédio moral porque á alta de mais, baixa demais, gorda, magra, porque fuma, bebe, usa óculos, ou simplesmente porque possui alguma dificuldade motora, enfim, tudo é motivo para piadas de mau gosto que dependendo da agressão pode levar o indivíduo durante o exercício de sua função perder a concentração no que estiver fazendo e provocar ou sofrer um acidente de trabalho. Um acidente de trabalho ocorrido nessas condições é difícil de determinar a causa se o envolvido no acidente deixar de relatar o fato por vergonha de expor o verdadeiro motivo temendo ser alvo de mais perseguições. O assédio moral também pode vir através do abuso de autoridade por chefes de setores contra seus subordinados ou humilhações e cobranças de favores sexuais em troca de alguma promoção, ou seja, é uma verdadeira tortura para as vítimas que se sentem acuadas, causando estresse e afetando o seu desempenho no trabalho.

Uma das fases da investigação de um acidente de trabalho é justamente uma entrevista prévia com os envolvidos para tentar chegar aos motivos que antecederam o evento e se a vítima não mencionar o fato de que o assédio moral teve participação decisiva, a investigação embora produza resultados, não revela a causa principal.

Muitos empregados têm vergonha da perseguição que sofrem e ocultam o máximo possível a sua presença, para no mínimo tentar passar incógnitos na empresa, imaginando assim estarem livres de qualquer atenção que possam despertar. Se você profissional de Segurança do Trabalho ouvir falar que fulano é “moita ou turista” fique atento, pode ser que ele não seja um mau funcionário e queira tirar proveito de uma situação, mas sim esteja sofrendo alguma espécie de assédio moral e acaba utilizando essa tática de desaparecer dentro da empresa para preservar a sua integridade moral das agressões que sofre.

Para as vítimas, quanto menos tocarem no tema, mais elas se sentirão protegidas dos agressores, então a iniciativa deve ser da empresa, primeiramente pelo fato de ser ela a responsável pelo bem estar físico e mental de seus empregados e segundo porque é uma atitude que ajudará no resgate da dignidade e auto-estima das vítimas que sofrem de agressões. Sabendo que a empresa condena essas atitudes, as vítimas sentem-se mais valorizadas ajudando na superação e conseqüente integração na empresa. Quando a empresa deixa de combater o assédio moral, está preparando um terreno que pode no futuro gerar processos trabalhistas ou de reparação por danos pessoais sofridos pelas vítimas.

Uma empresa é uma comunidade de pessoas com direitos e obrigações e para que funcione harmoniosamente, é necessário que todas as pessoas que façam parte dessa comunidade estejam imbuídas em um bem comum de convivência pacífica e de respeito entre todos. Viver com pessoas tão diferentes e com comportamentos tão adversos representa um desafio para qualquer indivíduo, e quando os problemas aparecem, as coisas podem se tornar insustentáveis. A empresa tem que estar atenta e antes que aconteça algo grave, os seus representantes têm a obrigação de abordar o tema e fazer um trabalho sério de conscientização sobre o assédio moral e suas conseqüências.

Você pode e deve tornar o ambiente de trabalho o mais agradável possível. Gestos de amizades e respeito para com os colegas são fundamentais para que o dia de trabalho se torne produtivo. Não participar de “chacrinhas” e fofocas durante o expediente torna o ambiente mais seguro e menos propensos a acidentes. Os funcionários também devem fazer parte do combate ao assédio moral, denunciando os casos na empresa e ajudando a erradicar os agressores dos quadros de funcionários da empresa.


Por: Valdeci T. Ribeiro - Téc. em Segurança do Trabalho
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